Por motivos de saúde na família, estarei afastado por alguns dias (talvez por duas semanas). Assim que a situação esteja sob controle voltaremos com nossas postagens diárias.
VICTOR DE LA FUENTE
MORRE AOS 83 ANOS

Natural das Astúrias, onde nasceu em 1927, De La Fuente possuía um grande domínio da planificação e um traço dinâmico e com uma grande capacidade de transmissão de movimento e foi distinguido em 2006 com o Grande Prémio do Salón del Comic de Barcelona.
Numa carreira com quase 70 anos, iniciada ainda nos anos 40 do século passado, quando ainda alternava a BD com a publicidade, De La Fuente começou por trabalhar de forma anônima para os mercados britânico e norte-americano, como tantos desenhistas de sua época.
O encontro com o argumentista Victor Mora, em 1967, levá-los-ia a criar “Sunday”, um dos muitos westerns que desenhou, sendo este, sem dúvida, o seu género preferido, embora tenha desenhado (e nalguns casos também escrito) histórias em muitos outros, como o comprovam séries como “Haxtur”, “Anjos de Aço” ou “Mathai-Dor”, adaptações de episódios da História de França (país onde viveu nas últimas quatro décadas) ou versões religiosas como “Le fils de la vierge”, alguns dos quais editados em Portugal, em revista ou em álbum.
“Los Gringos”, com argumento de Jean-Michel Charlier, e “Aliot, le fils dês ténébres“, escrito por Alejandro Jodorowsky, são mais dois títulos da sua bibliografia, onde constam ainda, desde 1992, diversos episódios de Tex Willer, que De La Fuente foi o primeiro estrangeiro a desenhar.
Numa carreira com quase 70 anos, iniciada ainda nos anos 40 do século passado, quando ainda alternava a BD com a publicidade, De La Fuente começou por trabalhar de forma anônima para os mercados britânico e norte-americano, como tantos desenhistas de sua época.
O encontro com o argumentista Victor Mora, em 1967, levá-los-ia a criar “Sunday”, um dos muitos westerns que desenhou, sendo este, sem dúvida, o seu género preferido, embora tenha desenhado (e nalguns casos também escrito) histórias em muitos outros, como o comprovam séries como “Haxtur”, “Anjos de Aço” ou “Mathai-Dor”, adaptações de episódios da História de França (país onde viveu nas últimas quatro décadas) ou versões religiosas como “Le fils de la vierge”, alguns dos quais editados em Portugal, em revista ou em álbum.
“Los Gringos”, com argumento de Jean-Michel Charlier, e “Aliot, le fils dês ténébres“, escrito por Alejandro Jodorowsky, são mais dois títulos da sua bibliografia, onde constam ainda, desde 1992, diversos episódios de Tex Willer, que De La Fuente foi o primeiro estrangeiro a desenhar.
METAL HURLANT
adorei essa capa com a ruiva gostosa com rabo de demônio! ela é deliciosa! a metal hurlant foi uma revista de fantasia e erotismo que revolucionou toda uma geraçao de amantes dos quadrinhos!lançou muitos nomes famosos como moebius, manara, crepax e tantos outros artistas sensacionais! bons tempos aqueles!
ResponderExcluirObrigado novamente por estas raridades.
ResponderExcluirAlgo muito interessante sobre um grande artista:
ResponderExcluirwww.lance-by-tufts.blogspot.com