http://www.mediafire.com/download.php?tgm1o3mnzmz
. Uncle Sam
. Sheena e as tarzanas
. Archie O'Toole
. Lance O'Casey
. A Ebal de Adolfo Aizen
. E muito mais!
http://www.mediafire.com/download.php?yzozywiwm2z
David John Mazzucchelli nasceu em 24 de setembro de 1960 em Providence (EUA). Criado em uma família de orígem italiana - da cidade de Carrara -, cresceu fascinado pela série televisiva BATMAN, e foi leitor de quadrinhos - Marvel - desde menino. Essas leituras despertaram uma inquietante vontade de trabalhar no meio, que desapareceria aos 11 anos, época em que perdeu o interesse pelos quadrinhos para se concentrar na pintura e na ilustração, disciplinas as quais havia se dedicado desde menino.
Aos 18 anos matriculou-se na Rhode Island School of Design para estudar pintura, onde se formou. Foi precisamente na universidade que redescobriu os quadrinhos de super-heróis através de seu companheiro de quarto. Uma nova década se iniciava e um jovem chamdo Frank Miller começava a chamar a atenção do público e da crítica com seu trabalho na revista DEMOLIDOR.
Ainda como estudante, David enviou um portfólio amador para a Marvel (em outra ocasião fez o mesmo para a DC, desta vez com o personagem Batman), mas teria que esperar até acabar os estudos de arte para começar a trabalhar na editora, fazendo o n° 121 de Master of Kung Fu (fevereiro de 1983), que foi arte-finalizado por Vince Coletta. Nem autor e nem editora ficaram satisfeitos com o resultado e seriam necessários mais um ano até que o desenhista e arte-finalista voltasem a se encontrar em The Further Adventures of Indiana Jones n° 14. Desta vez a experiência resultou mais positiva e a Marvel o encarregou nesse mesmo ano de fazer um número de Star Wars, desta vez sob a arte-final mais experiente do veterano Tom Palmer. Também fez a edição de Marvel Team-Up Anual n° 7, arte-finalizada por Bret Breeding, antes de ser aceito como desenhista regular de Demolidor. Decidido a desenhar o título, Mazzucchelli havia apresentado várias amostras do personagem, enquanto fazia os trabalhos mencionados, e o editor da série, Bob Budiansky, resolveu incorporá-lo à série a partir da edição n° 206 (Maio de 1984).
David ficou no título por três anos, nos quais realizou um total de 25 edições, que o colocou, junto com Gene Colan e Frank Miller, em um dos desenhistas com mais permanencia na série. Durante este período, o desenho de Mazzucchelli sofreria uma constante evolução, se bem que esta foi um tanto prejudicada pelo trabalho dos arte-finalistas, dedicados, porém pouco compatíveis com se estilo, como Danny Bullandi, Pat Redding ou Dennis Jake. Esta evolução se acelerou a partir do momento em que começou a arte-finalizar ele mesmo (n° 214), mostrando um traço herdado dos quadrinhos clássicos de séries como as de Alex Toth ou Chester Gould, que explodiria de vez com o retorno de Miller aos roteiros, substituindo o correto mas pouco emocionante Denny O'Neil.
1986, foi o ano em que Alan Moore apresentou Watchmen, enquanto Miller fez o mesmo com "Batman, The Dark Knights Return". Neste contexto, o desenhista e roteirista decidiu voltar ao personagem que o havia levado a fama para submetê-lo a um similar processo de queda e ressurreição.
Miller estava em plena forma e ofereceu a Mazzucchelli uma trama dura que maltrata o personagem, oferecendo a oportunidade de deixar o desenhar figuras de super-heróis para entrar nos escuros cenários da periferia urbana que seriam sua marca registrada daí em diante. Miller lhe proporcionou também uma forte carga simbólica, que este aproveitou para dar asas às suas inquietudes pictóricas.
Após sete edições (227 a 233), e fechando o arco argumental, roteirista e desenhista abandonaram o título, com Mazzucchelli se transformando na revelação do momento.
Depois do sucesso de "Born Again" e aproveitando o fim de seu contrato com a Marvel, Mazzucchelli emigrou para a concorrente DC Comics, onde voltou a formar equipe com Miller para reformar a orígem de Batman em "Batman: Year One" (novembro de 1986 - fevereiro de 1987). O enfoque realista e igualmente urbano de Miller permitiu ao desenhista criar um mundo que buscaria no grafismo dos quadrinhos clássicos de detetives, mais à Gene Colan até Gould ou Eisner.
O impacto no público foi imediato. Year One se transformou em uma história canônica de Batman e Mazzucchelli e em um mestre aos 27 anos. Depois disso, sua despedida do terreno dos super-heróis se deu através dos trabalhos pontuais em X-Factor n° 16 (1987) e Marvel Fanfare n° 40 (1988), escrita por Ann Nocenti.
O que para muitos leitores seria um afastamento, uma curiosidade rara, na verdade seria uma demonstração sobre os interesses do autor de seguir o expressionismo com sua obra. O mesmo poderia se dizer sobre sua carreira: o desenhista de séries regulares dos anos 80 se transformou em um artista iconoclasta cuja produção seria difícil de continuar, não parando em um mesmo lugar por muito tempo. Ainda cansado pelo esforço realizado para terminar Year One, David decide respirar um pouco se afastando dos super-heróis e dos quadrinhos. Batman e Demolidor haviam lhe proporcionado uma certa estabilidade econômica e formou um grupo musical com o qual se apresentou em diversos locais de Nova York durante um ano, dedicando-se também a fazer música comercial para a televisão.
Aos 18 anos matriculou-se na Rhode Island School of Design para estudar pintura, onde se formou. Foi precisamente na universidade que redescobriu os quadrinhos de super-heróis através de seu companheiro de quarto. Uma nova década se iniciava e um jovem chamdo Frank Miller começava a chamar a atenção do público e da crítica com seu trabalho na revista DEMOLIDOR.
Ainda como estudante, David enviou um portfólio amador para a Marvel (em outra ocasião fez o mesmo para a DC, desta vez com o personagem Batman), mas teria que esperar até acabar os estudos de arte para começar a trabalhar na editora, fazendo o n° 121 de Master of Kung Fu (fevereiro de 1983), que foi arte-finalizado por Vince Coletta. Nem autor e nem editora ficaram satisfeitos com o resultado e seriam necessários mais um ano até que o desenhista e arte-finalista voltasem a se encontrar em The Further Adventures of Indiana Jones n° 14. Desta vez a experiência resultou mais positiva e a Marvel o encarregou nesse mesmo ano de fazer um número de Star Wars, desta vez sob a arte-final mais experiente do veterano Tom Palmer. Também fez a edição de Marvel Team-Up Anual n° 7, arte-finalizada por Bret Breeding, antes de ser aceito como desenhista regular de Demolidor. Decidido a desenhar o título, Mazzucchelli havia apresentado várias amostras do personagem, enquanto fazia os trabalhos mencionados, e o editor da série, Bob Budiansky, resolveu incorporá-lo à série a partir da edição n° 206 (Maio de 1984).
David ficou no título por três anos, nos quais realizou um total de 25 edições, que o colocou, junto com Gene Colan e Frank Miller, em um dos desenhistas com mais permanencia na série. Durante este período, o desenho de Mazzucchelli sofreria uma constante evolução, se bem que esta foi um tanto prejudicada pelo trabalho dos arte-finalistas, dedicados, porém pouco compatíveis com se estilo, como Danny Bullandi, Pat Redding ou Dennis Jake. Esta evolução se acelerou a partir do momento em que começou a arte-finalizar ele mesmo (n° 214), mostrando um traço herdado dos quadrinhos clássicos de séries como as de Alex Toth ou Chester Gould, que explodiria de vez com o retorno de Miller aos roteiros, substituindo o correto mas pouco emocionante Denny O'Neil.
1986, foi o ano em que Alan Moore apresentou Watchmen, enquanto Miller fez o mesmo com "Batman, The Dark Knights Return". Neste contexto, o desenhista e roteirista decidiu voltar ao personagem que o havia levado a fama para submetê-lo a um similar processo de queda e ressurreição.
Miller estava em plena forma e ofereceu a Mazzucchelli uma trama dura que maltrata o personagem, oferecendo a oportunidade de deixar o desenhar figuras de super-heróis para entrar nos escuros cenários da periferia urbana que seriam sua marca registrada daí em diante. Miller lhe proporcionou também uma forte carga simbólica, que este aproveitou para dar asas às suas inquietudes pictóricas.
Após sete edições (227 a 233), e fechando o arco argumental, roteirista e desenhista abandonaram o título, com Mazzucchelli se transformando na revelação do momento.
Depois do sucesso de "Born Again" e aproveitando o fim de seu contrato com a Marvel, Mazzucchelli emigrou para a concorrente DC Comics, onde voltou a formar equipe com Miller para reformar a orígem de Batman em "Batman: Year One" (novembro de 1986 - fevereiro de 1987). O enfoque realista e igualmente urbano de Miller permitiu ao desenhista criar um mundo que buscaria no grafismo dos quadrinhos clássicos de detetives, mais à Gene Colan até Gould ou Eisner.
O impacto no público foi imediato. Year One se transformou em uma história canônica de Batman e Mazzucchelli e em um mestre aos 27 anos. Depois disso, sua despedida do terreno dos super-heróis se deu através dos trabalhos pontuais em X-Factor n° 16 (1987) e Marvel Fanfare n° 40 (1988), escrita por Ann Nocenti.
O que para muitos leitores seria um afastamento, uma curiosidade rara, na verdade seria uma demonstração sobre os interesses do autor de seguir o expressionismo com sua obra. O mesmo poderia se dizer sobre sua carreira: o desenhista de séries regulares dos anos 80 se transformou em um artista iconoclasta cuja produção seria difícil de continuar, não parando em um mesmo lugar por muito tempo. Ainda cansado pelo esforço realizado para terminar Year One, David decide respirar um pouco se afastando dos super-heróis e dos quadrinhos. Batman e Demolidor haviam lhe proporcionado uma certa estabilidade econômica e formou um grupo musical com o qual se apresentou em diversos locais de Nova York durante um ano, dedicando-se também a fazer música comercial para a televisão.
MUCHACHO - VOLUME 1EM PORTUGUÊS!!!!!
O que a gente não faz pelos quadrinhos?
Vários amigos reclamam que não conseguem entender com facilidade o idioma espanhol. Tenho postado muita coisa nesse idioma, já que esse material pouco provavelmente será publicado por aqui. É interessante também salientar que existe um grande número de visitantes de países que falam essa língua e estes posts servem para agradá-los também.
Quando lí MUCHACHO, fiquei tão fascinado com a arte e com o roteiro que achei por bem tentar traduzí-lo e disponibilizar aqui a edição em português. Quero deixar claro que não tenho curso de espanhol e muito menos fiz outras diagramações anteriormente. MUCHACHO é minha estréia como tradutor e diagramador. Se agradar, irei traduzir o segundo volume. Aguardo comentários.
PC Castilho
Link da edição em português:
http://www.mediafire.com/download.php?mnmz3wafmhz
TARZANA ORIGEM DO HOMEM-MACACO E OUTRAS HISTÓRIAS
DEVIR - R$ 49,00
Já recebi o meu exemplar e posso garantir que é uma belissima edição. O papel e as cores estão impecáveis, lembrando muito os saudosos tempos da nossa querida EBAL. A única falha editorial, no meu ponto de vista, foi a edição não ter saido com capa dura.
Se você ainda não adquiriu seu exemplar, não perca tempo. Vale cada centavo aplicado.
1933, as trevas caem sobre a Alemanha. Levadas pelo turbilhão da nova ordem, Nina e Werner tentam desesperadamente sobreviver. Mais que uma história em quadrinhos, BRUNE é uma epopéia, um verdadeiro romance gráfico de um dos mais talentosos desenhistas da atualidade. Confira.
http://www.mediafire.com/download.php?gnniutimnmz

O PROBLEMA DA DISTRIBUIÇÃO
Todo mundo (leitores/editores) sabem muito bem que um dos maiores problemas das revistas aqui em nosso país é a distribuição, que quando não é mal feita, demora muito (mas muito mesmo) a chegar em determinadas regiões.
Uma solução simples e bem viável seria a VENDA DIRETA das editoras aos leitores. Os Correios prestam um bom serviço de entrega e atingem os municípios mais distantes deste nosso imenso território.
As editoras poderiam criar um departamento (onde não seria necessário mais que dois ou três funcionários) onde atenderiam os leitores interessados, vendendo inclusive edições antigas (o que seria uma boa saída para o encalhe).
Pouca pessoas sabem, mas algumas revistas quando distribuidas em determinadas regiões e que são devolvidas pelos jornaleiros ao distribuidor, costumam não voltar para as editoras e são vendidas nessas cidades como "encalhe" por valores irrisórios (eu mesmo compro edições de uma determinada revista" que custa R$ 14,90 por R$ 4,00... e a fonte vendedora alega ainda ter lucro sobre esse encalhe). Alegam que o transporte de tal material seria muito dispendioso e causariam prejuízos para as editoras.
Outra coisa que poucos sabem são as porcentagens de lucro que cada empresa envolvida ganha no serviço de transporte, distribuição e venda. Posso afirmar que os jornaleiros ganham em torno de 25% do preço de capa (não consegui levantar o índice dos distribuidores).
Moral da história: não adianta as editoras abrirem um serviço de venda direta ao leitor e querer cobrar o valor de capa. Se estão vendendo diretamente ao leitor, podem dar um desconto, uma vez não terão que pagar as taxas que pagariam pela venda em bancas. É claro que esse desconto poderia ser negociado, por exemplo, nas despesas de envio.
Se a distribuição está sendo um problema, é preciso repensar. Não é justo que um SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO que já dura décadas não evolua. A venda de revistas tem caido e essas falhas não deixam de contibuir para que isso aconteça.
Paulo Castilho
NAS BANCAS
TEX continua sendo a revista mais vendida no mercado brasileiro e é também um dos títulos mais antigos (já se aproxima da edição 500!!).
É bom chamar a atenção para a fase atual, onde novos desenhistas estão sendo apresentados, entre eles o excelente Mastantuono (pra mim o melhor desenhista do personagem na atualidade). Outra coisa que me agrada muito é que Boselli tem escrito cada vez mais os roteiros das histórias substituindo Claudio Nizzi, que na minha opinião já estava se tornando un tanto repetitivo, muito preso a "fórmulas" antigas e ultrapassadas. Os novos artistas (desenhistas e argumentistas) estão dando uma espécie de sangue novo ao personagem. "Os Dois Espiões" (485) e "Acerto de Contas" (486) é um excelente exemplo do que estou falando.
Se você ainda não conhece o personagem ou se é um antigo leitor, que parou de ler as histórias do ranger, dê um pulo na banca mais próxima e confira ao que estou te dizendo.
Além disso, TEX ainda tem um preço bem acessível ao nosso bolso.
É bom chamar a atenção para a fase atual, onde novos desenhistas estão sendo apresentados, entre eles o excelente Mastantuono (pra mim o melhor desenhista do personagem na atualidade). Outra coisa que me agrada muito é que Boselli tem escrito cada vez mais os roteiros das histórias substituindo Claudio Nizzi, que na minha opinião já estava se tornando un tanto repetitivo, muito preso a "fórmulas" antigas e ultrapassadas. Os novos artistas (desenhistas e argumentistas) estão dando uma espécie de sangue novo ao personagem. "Os Dois Espiões" (485) e "Acerto de Contas" (486) é um excelente exemplo do que estou falando.
Se você ainda não conhece o personagem ou se é um antigo leitor, que parou de ler as histórias do ranger, dê um pulo na banca mais próxima e confira ao que estou te dizendo.
Além disso, TEX ainda tem um preço bem acessível ao nosso bolso.
Desde o final de 1989 até o verão de 91, Trillo e Mandrafina inventaram os sucessivos episódios desta maravilhosa história que foram publicadas na revista PUERITAS. Mesmo antes, nos anos 70, haviam trabalhado muito bem juntos e foi com COSECHA VERDE que conseguiram sus obra-prima definitiva.
Domingo Mandrafina nasceu em 1943, em Buenos Aires. Se formou nos anos 60 sob a influência de Alberto Breccia, foi colaborador de Angel Fernandez e desenhou muitas histórias para as revistas da Editorial Columba. Ali criou, com roteiros de Robin Wood, o inesquecível Savarese. Em meados dos anos 70, realizou a saga El Condenado. Com Carlos Trillo, já nos anos 80, Ulises Boedo e Pinon Fijo; Metrocarguero junto com Enrique Breccia. Atualmente desenha preferencialmente para o exterior e este COSECHA VERDE é um exemplo do melhor de sua produção nos últimos anos.
Carlos Trillo também nasceu em Buenos Aires em 1943. Participou das revistas Satiricon e Mengano nos anos 70 e criou com Horacio Altuna El Loco Chavez. A partir de então passou a ser um dos mais importantes e prolífico roteiristas argentino de quadrinhos. Ganhador de numerosos prêmios internacionais, tem formado dupla criativa com Altuna (Las Pueritas del Senor Chavez, El Ultimo Recreo), Enrique Breccia (Alvar Mayor, Marco Mono), Mandrafina (Peter Kampf, Cosecha Verde), Jordi Bernet (CUster, Light & Boldt) e nos últimos anos Carlos Meglia, com quem criou Cybersix.
http://www.mediafire.com/download.php?4mnxzgwj5mm
http://www.mediafire.com/download.php?mgqmijmrm2k
ESTEBAN MAROTO
Desenhista de sofisticada estilização, interessado pela Fantasia com certa presença de erotismo, que popularizou com a arte de suas histórias no início dos anos 70. Famoso por seus trabalhos de ficção-científica (5 por Infinito) e na fantasia erótica, com personagens como Dax, Wolff, Red Sonja e Conan. Entrou para os quadrinhos em meados dos anos 50, Maroto cresceu como desenhista em Madri no estúdio de López Blanco.Participou de coleções como "Aventuras do F.B.I.", "El Principe de Rodas", sempre como ajudante ou junto a outros. Desde 1963, começou a trabalhar para o exterior através de agências depois de se fixar em Barcelona, integrado ao estúdio seleções ilustradas. Trabalo para o mercado estrangeiro, principalmente alemanha, onde publicou em revistas juvenis como Lasso, Roy Tiger (algumas destas histórias, da série chamada "Alex, Khan y Khamar", Maroto fez junto a outros desenhistas e foi publicada na espanha pela editora Erudit no final dos anos 60, na coleção Aventuras en la Selva), Primo (onde desenhou a singular série Capitão Terror, com roteiros de P. Weichmann e com o pseudônimo de Ramon Sola).
ESTEBAN MAROTO
http://www.mediafire.com/download.php?rmmjjtjgncn
Durante os anos sessenta trabalhou em histórias de aventuras e fantasia, mas também em histórias romanticas, devido a sua grande capacidade de desenhar a figura feminina, que fazia com muita delicadeza. Para revistas do Reino Unido desenhou a maior parte de suas histórias romanticas, começando por Boyfriend, em 1966, e continuando por toda a década em outros títulos: Mirabelle, Jackie, Valentine, Diana e Romeo. Deixou de desenhar esse tipo de argumento em 1977 (em Oh Boy), pois desde 1965 tinha vontade de se destacar como desenhista de fantasia. Naquele ano fez a série 5 x Infinito (com a ajuda de um grupo de artistas conhecidos como Grupo da Floresta para fazer os fundos e alguns personagens nas primeira quatro edições) que a Agência Si destinou ao mercado internacional (nos EUA saiu primeiro a edição mexicana com o título Legionários do Espaço) e no mercado nacional, onde foi publicada na revista Delta 99, da IMDE, Drácula, da Buru Lan, e em seguida em álbum próprio pela Ursus. Graças a essa obra Maroto obteve reconhecimento como desenhista nos EUA (melhor desenhista estrangeiro pela Academy of Comic Book Arts em 1971) numa época em que esse reconhecimento foi mais importante para os editores e críticos que sua qualidade como quadrinhista, em função da importância que era dada ao "americano" na Espanha. Maroto também fez parte do grupo de desenhistas que desenharam para as revistas de terror da Warren Publishing, trabalhando em roteiros com argumentos fantásticos.Interessado pelo gênero fantasia heróica, criou várias histórias nas quais o desenhista ensaiava novos modos de narrativa, mais experimentais nos desenhos. Um deles foi WOLFF, que apareceu na revista DRÁCULA da editora Buru Lan em 1971. Outro guerreiro pioneiro foi chamado MANLY, que foi publicado em um suplemento do Diário Pueblo, que logo seria rebatizado de DAX THA WARRIOR para sua publicação nos EUA, pela Warren. KORSAR, completando a leva de bárbaros dessa época,obra que Maroto fez para a revista PIP da alemanha.
http://www.mediafire.com/download.php?nmjzzwjyyjj
A composição gráfica e a experimentação nas composições de páginas que Maroto desenvolveu nestas séries (figuras estilizadas segundo os entendidos acadêmicos, equilibrio de vazios e massas negra nas páginas, técnicas de hachuras, etc) lhe valeram o reconhecimento definitivo do público americano.
STRANGE AVENGING TALES
(Relatos Estranhos de Vingança)
- em espanhol-
http://www.mediafire.com/download.php?mwjvumnzimv
O Ultraindividualista e reservado Ditko foi editado por Groth numa antologia de histórias cyrtas em preto e branco que nos remete a velhas antologias de terror moralistas, com menos sangue, uma atmosfera mais onírica e com especial carga na moral, mas não uma moral como a dos velhos quadrinhos da EC, mas sim uma certa política conservadora e autêntica obsessão de mostrar ao indivíduo sobre a sociedade, mas também com uma clara visão do mundo em preto e branco, sem cores, sem a possibilidade de múltiplas interpretações. Felizmente as vezes o mundo de sonhos compensa a imoralidade simples que escapa desses casos, como se um lado imaginativo estivesse em luta constanate com seu lado racional.
Nestes trabalhos Ditko faz um trabalho totalmente artesanal: até mesmo os diálogos dos balões foram feitos a mão por ele. É um tabalho 100% autoral feito por uma pessoa que revolucionou os quadrinhos de super-heróis nos anos 60.
Mas Ditko, por bem ou por mal, sempre tem sido totalmente independente até suas últimas consequências. A prova é que abandonou a série antes que chegasse a sua segunda edição por (como de costume) desentendimentos com o editor.
Supostamente, não ficou satisfeito com a cor da capa. Mas é bem possível que na realidade se deve as últimas páginas, nas quais Groth, com vontade de agitar as águas, acrescentou uma publicidade de seu "Comics Journal" (que está traduzida neste arquivo), que burlava a imagem da "lenda reclusa" de Ditko, que sempre recusou a dar entrevistas e este nunca se destacou por seu senso de humor... pelo menos em público.
Mas são de especial interesse as entrevistas que Groth realizou com vários outros desenhistas, como Gil Kane, que dão uma certa idéia geral da impressão causada não só pelo Ditko autor, mas também o Ditko como pessoa.
HOWARD, O PATO é uma versão adulta de Donald Duck (o "nosso" Pato Donald), ainda mais rabugento do que o original, muito embora o seu universo esteja repleto de personagens que se caracterizam por serem super-heróis e não animais personificados, tendo sido transportado para o universo da Marvel por acidente, vendo-se na contingência de ter de arranjar trabalho e de, por força de alguns processos que foram movidos aos seus autores e editores pela Disney, ter de usar calças, já que um dos argumentos foi a excessiva semelhança entre as duas personagens, tendo o seu autor utilizado o subterfúgio de uma denúncia a Howard por atentado ao pudor, pelo fato de andar nu da cintura para baixo, para que a transformação ocorresse de uma forma lógica e integrada na história.
A sua aparição deu-se em Dezembro de 1973, numa revista da Marvel intitulada Fear, que apresentava aventuras do Man-Thing (Homem-Coisa), e o sucesso que obteve foi tão grande que levou os editores a publicarem uma revista com o seu nome a partir de Janeiro de 1976.
O seu autor foi Steve Gerber, tendo grande parte dos desenhos cabido a Gene Colan. A revista durou até 1979, tendo posteriormente surgido num novo formato, a preto e branco, com periodicidade bimestral, publicando-se até 1981.
Na sua primeira fase, e durante algum tempo, a série chegou a surgir igualmente em jornais, com uma tira diária, com argumentos de Gerber e desenhos de Colan. Por esta altura surgiram diversos problemas relacionados com os direitos da série, que levaram Gerber a abandoná-la, ficando os argumentos a cargo de Bill Mantlo. Howard chegou a ter uma namorada, de seu nome Beverly, que lhe granjeou alguns inimigos, também apaixonados pela jovem ruiva, e numa das histórias a personagem foi mesmo candidata à presidência dos Estados Unidos.
Alguns anos após a extinção da revista, em 1986, surge um filme de longa-metragem com o título da personagem, produzido por George Lucas e realizado por Willard Huyck, suscitando novamente algum interesse pelas suas aventuras, o que levou a Marvel a publicar uma nova revista, com argumentos de Steven Grant, o qual seria substituído após o primeiro número, e que acabaria definitivamente no número 33, ainda no mesmo ano do filme.
Nos anos seguintes, Howard surgiria apenas em algumas reedições ou em edições especiais. No entanto, foram diversos os escritores e artistas que passaram pela série, entre os quais Klaus Janson ou Roger Langridge, este último sobretudo para a publicação Duckling.
A sua aparição deu-se em Dezembro de 1973, numa revista da Marvel intitulada Fear, que apresentava aventuras do Man-Thing (Homem-Coisa), e o sucesso que obteve foi tão grande que levou os editores a publicarem uma revista com o seu nome a partir de Janeiro de 1976.
O seu autor foi Steve Gerber, tendo grande parte dos desenhos cabido a Gene Colan. A revista durou até 1979, tendo posteriormente surgido num novo formato, a preto e branco, com periodicidade bimestral, publicando-se até 1981.
Na sua primeira fase, e durante algum tempo, a série chegou a surgir igualmente em jornais, com uma tira diária, com argumentos de Gerber e desenhos de Colan. Por esta altura surgiram diversos problemas relacionados com os direitos da série, que levaram Gerber a abandoná-la, ficando os argumentos a cargo de Bill Mantlo. Howard chegou a ter uma namorada, de seu nome Beverly, que lhe granjeou alguns inimigos, também apaixonados pela jovem ruiva, e numa das histórias a personagem foi mesmo candidata à presidência dos Estados Unidos.
Alguns anos após a extinção da revista, em 1986, surge um filme de longa-metragem com o título da personagem, produzido por George Lucas e realizado por Willard Huyck, suscitando novamente algum interesse pelas suas aventuras, o que levou a Marvel a publicar uma nova revista, com argumentos de Steven Grant, o qual seria substituído após o primeiro número, e que acabaria definitivamente no número 33, ainda no mesmo ano do filme.
Nos anos seguintes, Howard surgiria apenas em algumas reedições ou em edições especiais. No entanto, foram diversos os escritores e artistas que passaram pela série, entre os quais Klaus Janson ou Roger Langridge, este último sobretudo para a publicação Duckling.


