quinta-feira, janeiro 06, 2011

SELEÇÕES DE AVENTURAS 3 - EBAL



SELEÇÕES DE AVENTURAS #3
"As Aventuras de Tom Sawyer"
EBAL
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EL COYOTE 1, 2, 3 e 4 - Em Espanhol

EDIAÇÃO MARAVILHOSA 10 - EBAL




EDIÇÃO MARAVILHOSA EM CORES
N° 10 - JULIO VERNE
EBAL
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EPOPÉIA 12 - EBAL

EPOPÉIA TRI 12

terça-feira, janeiro 04, 2011

IMPORTANTE


Para receber os links das postagens, favor entrar em contato através do e-mail hqpoint@gmail.com e solicitá-los. É preciso relacionar o título de cada postagem para sua identificação.

Lembramos que os links só serão fornecidos para os colaboradores do blog. Se você não é um deles, torne-se um agora mesmo (favor ler o editorial abaixo).


JERÔNIMO 45 e 46 - RGE




JERÔNIMO #45
Rio Gráfica e Editora
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JERÔNIMO #46

segunda-feira, janeiro 03, 2011

BLUEBERRY 7 - O CAVALO DE FERRO

BLUEBERRY 7
O Cavalo de Ferro
em português

Em matéria de western, Blueberry constitui a referência absoluta. Em 1963 esse personagem foi criado para o semanário "Pilote" (Piloto), de Georges Dargaud, por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud.

A colonização do Oeste americano sempre fascinou o mundo inteiro, notadamente os europeus, que dedicam ao assunto boa parte de sua produção quadrinhística e cinematográfica.

A idéia de publicar "Blueberry" surgiu em 1962, quando Charlier foi conhecer "in loco" os cenários da saga. Detalhista ao extremo, o roteirista recolheu vasto material de referência e gastou mais de um ano pesquisando usos, costumes, grupos étnicos, geografia, história e toda a documentação de que pudesse dispor para enriquecer sua criação. Charlier morreu no final de 1989, vítima de crise renal, fumando charutos e escrevendo histórias, aos 65 anos.

Por outro lado, Giraud revelou-se o mais promissor aprendiz de Jijé (nome artístico do belga Joseph Gillain, criador de "Jerry Spring" e desenhista da capa de "Forte Navajo"), quando o auxiliava na produção das aventuras desse clássico do western belga. Gir foi o primeiro pseudônimo usado pelo francês nascido em 1938, e idolatrado a partir dos anos 70 como Moebius, o mago dos quadrinhos de ficção científica, revelado pela "Métal Hurlant" para o mundo.

Eles estabelecem ao lançamento um sólido soldado, que se fixou como o sósia do ator francês Belmondo. A semelhança se encobre ao fio dos episódios. Blueberry, apelido de Mike Steve Donovan, que realmente existiu, era um grande cabeçudo: tinhoso, entretanto, sempre respeitador do rigor militar, indisciplinado, ele não hesitou por vezes em desertar para completar melhor as suas missões.

O cenário utiliza todos os ícones do Western americano, com tudo aquilo que o mesmo apresenta de lugares e de personagens pitorescos (Mc Clure, Angel Face, Red Nick, Chihuahua Pearl, etc., sem contar os índios que são reabilitados pelos autores, aliás, ponto de vista adotado em "Jonathan Cartland", por Michel Blanc-Dumont).

Paralelamente ao ciclo clássico da saga de Blueberry (26 álbuns - 23 escritos por Charlier e desenhados por Giraud, três de Giraud - texto e desenho; e a ser publicado "OK Corral", que está sendo realizado há três anos), Giraud desenha entre 1968 e 1970 "A Juventude" do futuro tenente (três obras com texto do saudoso Charlier).

Essa "série" retoma o seu curso em 1985 sob o lápis de Colin Wilson, assaz respeitoso ao estilo imposto por Giraud, que desenha seis álbuns - três escritos por Charlier ("Os Demônios do Missouri", "Terror no Kansas" e "A Incursão infernal"); e três por François Corteggiani ("A Perseguição implacável", "Três homens para Atlanta" e "O Preço do sangue").

Além desses, o ciclo "A Juventude de Blueberry" é composto por três álbuns de Corteggiani e Michel Blanc-Dumont, perfazendo doze álbuns, e sairá em breve "Il faut tuer Lincoln", da dupla Corteggiani e Blanc-Dumont. O ciclo "Marshal Blueberry" possui três álbuns - dois de Giraud e William Vance (desenho), e um de Giraud e Michel Rouge (desenho).

Existe apenas um retrato de Blueberry, cuja autenticidade é segura, realizado pelo pintor americano Peter Glay no campo de batalha durante a Guerra de Secessão, provavelmente em 1863. Assim como uma única fotografia conhecida do tenente nortista, também no campo de batalha e junto a colegas de farda. "Forte Navajo" foi a primeira aventura do jovem fidalgo Mike Steve Donovan, filho de fazendeiros escravocratas, plantadores de algodão na Geórgia, que o destino - ou gênio de Charlier - transformou no Tenente Blueberry.

Porquanto Blueberry, ou, ao menos, aquele que todo o Oeste conhecia sob esse nome, faleceu em Chicago, nonagenário, em 5 de dezembro de 1933, na mesma noite em que o Presidente Franklin Delanno Roosevelt assinou o Ato de Abolição da Proibição.

A TUMBA DE DRÁCULA - Volume 1

BIBLIOTECA MARVEL
A TUMBA DE DRÁCULA
VOLUME 1
(em espanhol)

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A TUMBA DE DRÁCULA – VOLUME 1
DE TUDO UM POUCO

Bem, esta Biblioteca Grandes Del Comic é protagonizada por Drácula, as histórias publicadas pela Marvel. Essa informação é muito importante, mas que conteúdo concreto ela tem? Pois bem, o tema merece uma explicação. Pode não parecer mas esta é uma das coleções que mais possibilidades de publicação ofereceu pelas maneiras diferentes de como um personagem foi editado. Durante alguns anos, a Marvel manteve duas linhas de revistas de terror. Haviam os magazines em preto e branco, no formato revista, com títulos como VAMPIRE TALES, DRACULA LIVES!, MONSTER UNLEASHED, TALES OF ZUMBIE e HAUNT OF HORROR. Essas revistas normalmente continham histórias curtas com começo e fim, com um alto nível gráfico. A outra linha era a de ‘comic book’ (revistas no formato tradicional americano) como GHOST RIDER, MAN-THING, WEREWOLF BY NIGHT  e TOMB OF DRACULA.  Evidentemente os argumentos de ambas as linhas tinham poucas coisas em comum, tanto no planejamento como o de público.  Os comic book tinham uma vantagem muito importante, onde as histórias podiam se estender sem problemas, dando lugar a tramas argumentais completas onde os personagens podiam se desenvolver. Aqui nasceu a primeira decisão editorial importante: TOMB OF DRACULA que continua sendo a base desta coleção tanto em extensão como em conceito. Sem nos esquecer da coerência narrativa que Wolfman e Colan souberam usar.



A partir daqui, incluiremos os crossovers e aparições importantes de Drácula em outras coleções da Marvel. Assim podemos desfrutar de episódios retirados das revistas WEREWOLF BY NIGHT, DR. STRAGE e UNCANNY X-MEN, entre outros. Por outro lado, também publicaremos o material do personagem dos magazines, os quais apareceram em sua grande maioria no final dessa coleção.

Essa coleção se inicia com dois excelentes episódios do magazine DRACULA LIVES! Onde é narrado a origem do personagem. Também serão publicadas aqui as aparições de BLADE, que foram publicadas originalmente nos magazines VAMPIRE TALES e MARVEL PREVIEW.

Esta estrutura que montamos, tem como objetivo oferecer uma linha argumental linear, coerente e fácil de ler.



A MARVEL E O TERROR

Stan Lee conta que no início dos anos 70 recebeu uma carta do Departamento de Saúde e Educação e Bem-Estar dos Estados Unidos, na qual pediam que fizesse uma história do Spiderman na qual advertisse os jovens dos perigos das drogas. Lee não pensou duas vezes e começou a trabalhar e nasceu assim a famosa trilogia das drogas que foi apresentada em THE AMAZING SPIDER-MAN. Não sei se Lee esperava, mas a temática, evidentemente, não foi aprovada pelo COMICS CODE porque este proibia categoricamente a menção às drogas nos quadrinhos. De nada adiantou argumentar que a finalidade era alertar os jovens. Assim, depois de várias discussões, Lee decidiu enfrentar o Comics Code e a revista apareceu sem o código na capa. O público e a sociedade em geral, reagiu muito provavelmente a esta aventura e graças a isso o código começou a ficar defasado e quase ridículo. A primeira conseqüência foi quase imediata; o código teve que ser reformulado para se adaptar aos novos tempos. E isso abriu novos caminhos, o que a Marvel aproveitou imediatamente.



Em 1971 a Marvel se lançou no mercado de magazines em preto e branco, com os quais Jim Warren estava obtendo tanto sucesso. Estes magazines podiam ser vendidos sem a aprovação do Comics Code e deu origem ao ressurgimento importante das revistas de terror. Mas a reforma do Comics Code permitiu um passo a mais e a Marvel entendeu. Agora já se podia vender revistas em cores de terror protagonizadas por todo o tipo de monstro. Evidentemente vários personagens, alguns absolutamente memoráveis como o Homem-Coisa ou o Motoqueiro-Fantasma, nasceu também A TUMBA DE DRÁCULA. Esta revista, depois de uma primeira etapa muito boa, do roteirista Gerry Conway, em pouco tempo caiu nas mãos de Marv Wolfman, que abordou o personagem de uma maneira quase inédita. Ao invés de criar histórias curtas com final, Wolfman “marvelizou” Drácula e, além disso, fez algumas aparições rápidas de outros personagens como Spiderman, Silver Surfer e Dr. Estranho. Nosso vampiro ganhou dimensão ao viver aventuras longas, intensas, repletas de coadjuvantes que, definitivamente, fazem dele um personagem aceitável e apaixonante.

Depois de tudo isto, alguém tem dúvidas do importante papel que a Marvel teve no desenvolvimento dos quadrinhos de terror?

ECOWARRIORS

ECOWARRIORS - VOLUME 1
em português

EDITORIAL

Para quem não sabe, cuidar de um blog é igual a você ficar de frente a um espelho, conversando com sua imagem... você até gostaria que ela te respondesse alguma coisa, mas isso não acontece. Você sabe que ela está alí, sabe que ela é parte de você e que estará presente sempre que olhar em um espelho, mas isso não é tudo que você quer. Seria sensacional se ela pudesse interagir com você. 

Tenho visto muitos e muitos blogs deixarem de existir por causa do desgosto de seus responsáveis, cansados de não obter um retorno satisfatório de seus usuários. É assim com os quadrinhos, com a música e com os filmes. Todo mundo usa, todo mundo gosta e ninguém ajuda o mínimo necessário. A única saída para s blogueiros é desistir do trabalho e se dedicar a coisas mais interessantes no decorrer de sua vida. Isso nao acontecerá com o HQ POINT.

Depois de um bom tempo disponibilizando arquivos de histórias em quadrinhos em nosso blog, depois de atingir um excelente número de visitas dárias (e contar hoje com mais de 318.000 visitas no geral), acho que chegou a hora de "pisar no freio e apreciar a paisagem". Chegou a hora de tomar medida drásticas (que deveriam ser seguidas por outros blogs) e "forçar" nossos usuários a serem mais participativos ou pelo menos demonstrarem sua satisfação com o material postado (é pra isso que serve aquela ferramenta no rodapé de cada postagem - "COMENTÁRIOS"). Prefiro fazer um trabalho para DEZ pessoas participativas do que fazer um trabalho para MILHARES de pessoas que não se INTERAGEM.

A partir de hoje, os links das postagens só serão fornecidos através de e-mail e para aqueles que colaborarem com o blog. Revistas usadas, novas, arquivos digitalizados (de revistas que não tenham sido disponibilizadas em outros blogs).

Estamos com uma grande quantidade de títulos para serem disponibilizados, novas traduções em andamento, busca diária por títulos inéditos no Brasil e constantes visitas nos sebos em busca de raridades, tudo isso para servir aos nossos amigos usuários.

Faça sua parte, compartilhe sua coleção. Divida com outros títulos que você gosta. Comente sobre eles. De que vale você ter um determinado exemplar e não poder conversar sobre ele com nenhum de seus amigos, que muitas vezes não gostam de quadrinhos? Aqui, no blog, é onde você pode encontrar pessoas que gostam das mesmas coisas que você.

Tenho certeza de que todos irão entender as novas medidas.

Então, se você deseja baixar algum de nossos arquivos, entre em contato via hqpoint@gmail.com e faça sua parte.

Um ano repleto de realizações para todos.

PC Castilho

CAÇADA HUMANA 2077 - Ebal


CAÇADA HUMANA 2077
EBAL

CALAFRIO 61