sábado, janeiro 15, 2011

PORTAL ZINE 23


Fanzine
PORTAL ZINE 23
(IMPERDÍVEL!!!)



AZPIRI - LORA E SEU ROBÔ, em português

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AZPIRI - LORA E SEU ROBÔ
Colaboração, tradução e diagramação:
Kleber

CURSO BÁSICO DE DESENHO 10


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CURSO BÁSICO DE DESENHO 10
ARTE-FINAL
Editora Escala

EDITORA BRASIL AMÉRICA

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SUPERMAN 69

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THOR 23

CLÁSICOS DEL SUSPENSE 4

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CLÁSICOS DEL SUSPENSE - VOLUME 4
(em espanhol)

FRANK FRAZETTA
UM PINTOR NOS QUADRINHOS

Ainda que sua presença na EC Comics tenha sido relativamente pequena em número de histórias, o nome de Frank Frazetta ajudou a abrilhantar ainda mais o prestígio das ditas revistas em quadrinhos. Depois de quase duas décadas de trabalho, este artista se revelou no mercado como um dos grandes mestres norte-americanos da ilustração e pintura, mas nem sempre com a valorização que se trabalho merece.

Descendente de emigrantes italianos, nasceu em 9 de fevereiro de 1928 no Brooklyn. Desde cedo mostrou seus talentos para o desenho: aos três anos rabiscou seu primeiro desenho na revista Grandma, e aos oito anos iniciou seus estudos e fez sua estréia nos quadrinhos como assistente de Joe Giunfa. No final desse mesmo ano apareceu sua primeira história, feita em um estilo semi-humorístico na única edição de Tally Ho. A continuação aconteceu na Standard Comics graças ao apoio de seu então diretor artístico Graham Ingels. Ali Frazetta fez várias ilustrações e histórias no estilo “funny animal” para títulos infantis da casa, mostrando seu domínio tanto no estilo cartoon como no realista, mas acabou se consagrando neste último. A partir de 1948 formou equipe com Al Williamson. Juntos realizaram numerosas histórias com temas de western, romance e de ficção-científica para editoras como a Hillman, Magazine Enterprises, ACG. Em 1949 criou uma de suas séries mais marcantes desse período, THE WHITE INDIAN, que apareceu inicialmente na revista Durango Kid (Magazine Enterprise) e que posteriormente obteve a sua própria revista.  Outra de suas criações mais notáveis, THUN’DA, um personagem no estilo Tarzan, surgiu em 1952 através da Magazine Enterprises. Depois do primeiro número, Powell assumiu o título, porque nesse mesmo ano Frazetta iniciou seus trabalhos com as tiras de Johnny Comet, uma série protagonizada por um piloto de corridas e cujos roteiros eram de Peter de Paolo. No ano seguinte, depois do cancelamento da tira, fez o lápis de Flash Gordon, junto com Harvey Kurtzman, para Dan Barry.

Para a EC, colaborou com Al Williamson em várias histórias para seus títulos de ficção-científica e suspense. Sua única história solo foi Squeezie Play. No início, Williamson seria o encarregado de ilustrá-la, mas a repassou a seu colega porque não parecia “sentí-la”. Frazetta elaborou também uma série de capas de Buck Rogers para a Famous Funnies, um título que reimprimia as tiras dos jornais do mítico personagem de ficção-científica; uma delas foi recusada pelo excesso de violência e, depois de retocá-la, Frazetta a ofereceu a EC Comics. Finalmente apareceu em Weird Science-Fantasy #29.

Em 1954 recebeu uma oferta que deu um giro em sua carreira: Al Capp lhe propôs fazer os lápis da página dominical de sua célebre Li’l Abner, a qual se dedicou exclusivamente durante nove anos até que rompeu com Capp por causa de desentendimentos monetários.

Frazetta se viu obrigado a voltar, não sem dificuldades, ao mercado editorial e, depois de alguns trabalhos esporádicos – incluindo uma fugaz colaboração em Little Annie Fanny, de Bill Elder e Harvey Kurtzman -, começou uma brilhante etapa como ilustrador durante a qual fez capas para livros de Tarzan e outras criações de Edgar R. Burroughs, para a Ace Books e de Conan para a Lancer Books, e iniciou uma frutífera carreira como ilustrador de cartazes para cinema. Para a Warren ilustrou inúmeras capas de Creepy e Eerie, além de algumas histórias isoladas e da criação gráfica da personagem Vampirella.

Em 1982 fez uma incursão no campo da animação: desenvolveu os personagens do longa-metragem de fantasia-heróica TYGRA: FIRE AND ICE, dirigido por Ralph Bakshi.

Frazetta permanecia em atividade artística até pouco tempo e tem um museu próprio em East Stroudsburg (Pensilvânia), perto de sua residência. Faleceu no ano de 2010.

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JULIETA JONES - STAN DRAKE

EL COYOTE - 1 ao 10

 EL COYOTE
N° 1 ao 10

N° 1

CLASICOS BELICOS 2


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CLASICOS BÉLICOS - VOLUME 2
(em espanhol)

JOHN SEVERIN
O PROFISSIONAL DURADOURO

De todos os artistas que fizeram parte dos quadros da EC, existem os que brilharam em vários gêneros ao mesmo tempo e há os que se especializaram basicamente em um ou dois. Entre essa segunda categoria encontramos John Severin, que durante sua temporada na EC deu o melhor de só no gênero guerra e western... e até no de humor.

Nascido em Jersey City, em 21 de dezembro de 1921, John Powers Severin publicou seus primeiros trabalhos de humor na revista Hobo News entre 1932 e 1936, mas esperou até 1947, depois de sua passagem pelas Forças Armadas, para realizar sua estréia profissional através de uma história policial para um título da editora Crestwood e em resposta a um pedido de Joe Simon e Jack Kirby. Depois colaborou diretamente para a dita editora, onde fez basicamente histórias de western em títulos como Prize Western, para a qual fez Lazo Kid, Black Bull e American Eagle. Este foi, além de tudo, um dos primeiros quadrinhos protagonizados por um índio.

Em 1951 deixou a Crestwood e entrou para a EC, transformando-se em um dos artistas chaves para os dois títulos guerra/aventura coordenadas por Harvey Kurtzman: Two-Fisted Tales e Frontline Combat. Forma dupla com Bill Elder, que arte-finaliza os lápis de Severin em inúmeras histórias de western e de guerra.

O realismo e o cuidado que emprega a cada uma dessas histórias, assim como o domínio das poses de ação, transformam Severin em profissional no gênero. Mas a partir de 1952, quando Kurtzman lança o n° 1 de MAD, Severin entra de vez no estilo humorístico. Forma parte, junto ao próprio Kurtzman, Elder, Jack Davis e Wally Wood da equipe inicial desta célebre revista, ilustrando, entre outras, para seu número 2 uma memorável paródia de Tarzan, MELVIN OF THE APLES, que teve uma seqüência no número 6.

Severin chegou a participar de alguns títulos da linha New Trend antes de seu cancelamento. Em 1955 passou a colaborar com editoras como Charlton, Harvey e especialmente Atlas, na qual participou principalmente em seus títulos de western, mostrando sua sólida experiência nesse gênero. Também voltou ao campo do humor com Craked, um magazine em preto e branco lançado em 1958 pela Major Magazines e que copiava a fórmula da MAD – que havia deixado de ser publicada em cores e passou a usar o mesmo formato – com a qual colaborou por um bom tempo.

Já nos anos 60, quando a Atlas passou a se chamar Marvel, ilustrou inúmeros personagens da casa, incluindo Sgt. Fury – série na qual fez arte-final nos lápis de Jack Kirby e Mike Ayers -, Hulk, Dr. Estranho, Príncipe Submarino, Kull, Conan, etc. Também apareceu nas revistas da Warren: Blazing Combat, Creepy e Eerie. Na DC participou de títulos de guerra como Sgt. Rock e The Loosers.

Em 1988 voltou para a Marvel, onde ilustrou Semper Fi, outra revista de guerra de curta duração.

Mas ao falar de John Severin é inevitável citar sua irmã Marie, uma hábil colorista que se encarregou de dar cor a toda linha da EC e que logo trabalhou para a Marvel e outras editoras. Era também uma boa desenhista.

Hoje em dia, já nonagenário, continua em plena atividade artística. Entre suas realizações contamos com Rawhide Kid. É um dos autores profissionais com a carreira mais duradoura de todos os que fizeram parte da equipe da EC: são quase sete décadas desenhando quadrinhos.  

VAMPUS - 41 a 60

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segunda-feira, janeiro 10, 2011

LITTLE NEMO by Marchand & Moebius


LITTLE NEMO
(em espanhol)
Volumes 1 a 4
Marchand e Moebius

VAMPIRELLA - LAS CRONICAS DE CARMESI

VOLUME 1

Edición original: Vampirella: Crimson Chronicles Vol. 1 USA
Fecha de edición: noviembre de 2005
Guión: Archie Goodwin
Dibujo: Tom Sutton, Dan Adkins
Tinta: Dan Adkins
Color: Blanco y negro
Formato: 160 pág. B/N

VOLUME 2

Edición original: Vampirella: Crimson Chronicles Vol. 2 USA
Fecha de edición: marzo de 2006
Guión: Archie Goodwin
Dibujo: José González
Tinta: José González
Color: Blanco y negro
Formato: 160 págs.

domingo, janeiro 09, 2011

RECADO DA SEMANA


Quero agradecer aqui a todos os amigos que tem nos apoiado. A participação de vocês tem sido uma injeção de ânimo e me sinto fortalecido. Tem surgido muitos companheiros dispostos a cederem arquivos digitalizados de suas revistas (em breve teremos muitas novidades por aqui). Vocês captaram a minha idéia de interagir e isto dá uma nova força ao blog, que tende a crescer cada dia.

A partir de hoje, as postagens serão feitas sempre no domingo (uma só vez por semana), o que ajudará no controle do envio de links através de e-mail. Durante os outros dias da semana estarei digitalizando e tratando as imagens das centenas de revistas que ainda temos para disponibilizar.

Reforço aqui o pedido para aqueles que são colecionadores de quadrinhos e que tem títulos que ainda não foram disponibilizados em nosso blog, que forneçam arquivos digitalizados para que possamos compartilhar com os interessados.
Informo àqueles que estão chegando agora, que os links das revistas estão disponíveis através de e-mail. Para conseguí-los basta nos enviar uma mensagem solicitando os mesmos (hqpoint@gmail.com). É importante relacionar o título das postagens de seu interesse. Por favor, não façam pedidos através da opção "comentários".

Visitem nossa loja virtual, onde vocês poderão encontrar exemplares em excelente estado de conservação:

 

CLASICOS DEL SUSPENSE #3

Clasicos del Suspense
Volume 3
(em espanhol)
OTTO BINDER: 
O ROTEIRISTA MODELO

Muito tempo antes que a profissão de roteirista de quadrinhos começasse a merecer a mesma dignidade e reconhecimento que a de desenhista, autores como Otto Binder já brilhava com luz própria graças a dois ingredientes básicos de seu trabalho: apreço por um trabalho bem feito e respeito a inteligência do leitor, coisas que os roteiristas da EC levaram muito em conta anos depois.

Binder nasceu em 26 de agosto em Bessemer (Michigan), filho de pais de origem austríaca. Seus irmãos mais velhos, Jack e Earl também trabalhavam no campo dos quadrinhos: o primeiro como prolífico desenhista para numerosas editoras dos anos 40 – o que o levou a colaborar, principalmente, com C.C. Beck, o criador do Capitão Marvel – e o segundo como co-autor junto a Otto, de seus relatos escritos e seus roteiros, as vezes sob o pseudônimo de Eandro Binder.

O jovem Otto começou como escritor de pulps no início dos anos 30 e se especializou em relatos de ficção-científica; sua obra mais célebre no dito terreno foi a série de contos protagonizados por Adam Link, o robô detetive, iniciada em 1939 com “Eu, Robô”. Nesse mesmo ano fez sua estréia em histórias na editora de Harry “A” Chesler, mesmo que no ano seguinte teria na ocasião, graças aos contatos de sei irmão Jack, de tomar parte nos roteiros do Capitão Marvel. Ao longo dos 13 anos seguintes, Otto se encarregou de escrever a maior parte das aventuras de Billy Batson, o jovem repórter que se transformava no Capitão Marvel ao pronunciar a palavra SHAZAM, e contribuiu para fazer deste um produto popular e dinâmico, cujas vendas chegavam a inquietar a National, editora do Superman, até o ponto dela, em 1953, processar a Fawcett, a editora do Capitão Marvel, alegando que o personagem era um plágio de seu homem de aço. Chegou a cancelar a coleção mas, ironicamente, duas décadas depois, a mesma National, agora com o nome DC Comics, reviveu o Capitão Marvel rebatizando-o como Shazam!

Paralelamente, Binder fez roteiros para praticamente todas as editoras do mercado de quadrinhos: Timely (Capitão América, Príncipe Submarino, Young Allies), Quality (Blackhawk, Uncle Sam), Dell, MLJ, harveu, etc.E, também, para a E.C., para a qual fez basicamente colaborações em títulos de ficção-científica WEIRD-SCIENCE e WEIRD FANTASY – e depois na fusão dos dois títulos, WEIRD SCIENCE-FANTASY -, assim como nos títulos de suspense. Também produziu um par de roteiros para a linha NEW DIRECTION.

Depois do fechamento da Fawcett e E.C., Binder passou a trabalhar para a National, na qual fez inúmeros roteiros para Superman e seus títulos derivados e co-criou personagens como Supergirl e o cão Krypto, Brainiac e a Legião de Super-Heróis. Na década de 60 voltou a ter a chance de colaborar com C.C. Beck, para o qual fez alguns roteiros para o efêmero FATMAN, THE HUMAN FLYING SAUCER. Ao mesmo tempo, os primeiros fanzines e convenções de quadrinhos começavam a acontecer nos Estados Unidos e fizeram homenagens a ele e sua obra, o que estava merecendo a tempos.

Em 1967, um acidente de carro tirou a vida de sua filha de 14 anos, Mary, o que quase lhe afastou dos quadrinhos, mas continuou escrevendo histórias de ficção-científica.

Binder faleceu em 13 de outubro de 1994, mas sua influência continua latente hoje em dia, igual a outros grandes nomes que, na maioria ou minoria, passaram pela E.C. Bom exemplo disso é o livro que recentemente lhe foi dedicado, WORLDS OF WONDER: THE LIFE AND TIMES OF OTTO BINDER, escrito por Bill Scnelly e editado pela Hamster Press. Para concluir, nas palavras do próprio Alan Moore: “Otto Binder era uma espécie de titã, um precursor dos deuses, porque mostrou o modelo básico primordial. (...) A semelhança entre os roteiristas posteriores à sua obra é enorme.”

CHEVAL NOIR, em inglês


CHEVAL NOIR
De 1 a 10
Em excelente qualidade - Preto e Branco