sábado, março 12, 2011

WEIRD WAR TALES 13


WEIRD WAR TALES 13
(em espanhol)

TOM STRONG 6


TOM STRONG
Alan Moore - Chris Sprouse - Jerry Ordway e Paul Gulacy
(em espanhol)

FIERRO EXTRA - ARGENTINA


FIERRO EXTRA N° 3

FIERRO EXTRA N° 4

TARZAN - REUPANDO...


TARZAN, O FILHO DAS SELVAS
de Burne Hogarth
(em português)

CURSO AVANZADO - REUPANDO...


LA MANO EN MOVIMIENTO
de Burne Hogarth
(em espanhol)


sexta-feira, março 11, 2011

FRANK CAPPA INTEGRAL


FRANK CAPPA INTEGRAL
de Manfred Sommer
210.71MB
360 páginas em espanhol

CARBONGREY 1


CARBONGREY N° 1
(em espanhol)

RELATOS DEL NUEVO MUNDO

UMA EDIÇÃO DIDÁTICA PARA AQUELES
QUE ODEIAM LIVROS DE HISTÓRIA
MAS NÃO ABREM MÃO PARA
UM BOM GIBI.

RELATOS DEL NUEVO MUNDO
"Francisco Pizarro en Peru"
(em espanhol)

MARADA, em francês


MARADA
de John Bolton
(em francês)
Vale a pena comparar a qualidade gráfica dessas edições com as que foram publicadas no Brasil (em forma de Graphic Novel).
Argumentos de Chris Claremont
Arte espatacular de John Bolton
Volume 1

Volume 2

PERSONAGENS DO OESTE - EBAL


PERSONAGENS DO OESTE
"BILLY THE KID"
EBAL

PERSONAGENS DO OESTE
"CUSTER"
EBAL

O FILHO DE CHEYENNE 31


O FILHO DE CHEYENNE 31 - EBAL


LE GRAND SIÈCLE
Volume 1
"Alphonse"
de Simon Andriveau
LE GRAND SIÈCLE
Volume2
"Benoit"
de Simon Andriveau
 (em francês)
 

KELTOS, em Francês


KELTOS
De Pércau, Kordey e O'Grady
"Le Corbeau des Batailles"
Volume 1
(em francês)



quinta-feira, março 10, 2011

LOJA VIRTUAL



VISITEM NOSSA LOJA VIRTUAL


LIVRO


PEQUENO GRANDE HOMEM
de Thomas Berger
Ed. Cavalo de Ferro - 562 páginas
(não disponível para download)

Recebi hoje a edição do citado livro, um presente do amigo CARLOS FIRMINO, de Portugal.
O meu muito obrigado ao amigo por este belíssimo presente.

Romance famoso, "Pequeno Grande Homem" narra a lendária história de vida de Jack Crabb. Chegado à provecta idade de 111 anos, este conta ao leitor a sua infância passada entre os índios Cheyenne, até a altura em que assiste impotente ao massacre de sua tribo pelo exército americano.  Esse episódio marcará o seu reencontro com o mundo dos brancos e o sucessivo alternar entre estas duas civilizações. Jack tem uma vida plena de aventuras: trava conhecimento com pistoleiros famosos como Wild Bill Hickok e Calamity Jane, assiste ao duelo de O.K. Curral que opõe Wyatt earp e Doc Holliday aos Clanton, participa na caçada ao bufalo nas grandes pradarias e é o único sobrevivente branco do desastre militar de Little Big Horn, onde o orgulhoso exército de Custer é massacrado pelos índios. Acontecimentos que marcaram a conquista do Oeste e a fundação da nação americana, e que nos são narrados na primeira pessoa, num dos épicos mais emocionantes da literatura americana.

MUNDO DE AVENTURAS ESPECIAL


MUNDO DE AVENTURAS ESPECIAL N° 28
Colaboração: J. Garcia

JEFF HAWKE - ESPAÇO


EDIÇÃO MUNDO DE AVENTURAS n° 63
ESPAÇO - JEFF HAWKE
"Moldar o tempo"
Colaboração: J. Garcia

COLEÇÃO HERÓI N° 6


BUZ SAWYER
de Roy Crane
(Portugal)
Colaboração: J. Garcia



THE MAN OF STEEL #5
Byrne, Wolfman e Ordway
(em inglês)


THE MAN OF STEEL
by Byrne, Ordway, Wolfman e Levitz
(em inglês)

SHIMAMOTO EM ANIMAÇÃO


APRESENTAÇÃO

Se há um gênero que pode ser associado às histórias em quadrinhos brasileiras, este gênero, com certeza, é o terror. Tal vocação não surgiu por acaso. A onda conservadora que varreu os Estados Unidos na década de 1950, arrastada pelo senador Joseph McCarthy na esteira da guerra fria, respingou nos assustadores quadrinhos que eram então publicados por ali – e republicados no resto do mundo. Absurdamente responsabilizadas pela delinquência juvenil norte-americana, as HQs de terror foram literalmente queimadas em praça pública e o gênero virou fumaça como um vampiro diante da cruz.

Ruim para eles, bom para nós. Sem material gringo para traduzir, as editoras começaram a contratar quadrinistas brasileiros para atender a demanda que continuava a crescer. Se no princípio os quadrinhos de terror feitos no Brasil emulavam sua matriz anglo-saxã, logo eles foram desenvolvendo características tipicamente tupiniquins, como o uso de lendas populares e picantes pitadas de erotismo. Nascia então a HQ brasileira de terror, única, ímpar em relação às suas congêneres mundo afora.

Durante mais de três décadas, os leitores refestelaram-se com banhos de sangue, cangaceiros amaldiçoados, lobisomens de vilarejo, macumbeiros barra pesada e vampiras seminuas. Na criação, uma horda de gênios: Flavio Colin, Jayme Cortez, Nico Rosso, Lyrio Aragão, Julio Shimamoto... Mestres da narrativa quadrinística, dotados de traços transbordantes de originalidade e brasilidade. Não deixa de ser melancólico perceber que hoje, grande parte do público leitor de HQs praticamente desconhece os heróis deste gênero, um dia tão popular, que teve seus estertores no final dos anos 1980. As sucessivas crises econômicas e a estagnação editorial conduziram artistas de primeiríssima grandeza a um indesejável, injusto e constrangedor ostracismo.

A ideia de transformar clássicos das HQs de terror brasileiras em desenhos animados é um sonho antigo. A riqueza de traços e visões, bem como a irrefreável imaginação de nossos autores, oferecem um infinito manancial de possibilidades cinematográficas. A questão de por onde começar foi facilmente solucionada: Julio Shimamoto, o mestre Shima, foi uma escolha natural pela inquietude e diversidade de sua obra. E também por ser um dos poucos quadrinistas ainda vivos da primeira geração do terror brazuca.

Ao longo de uma carreira que já ultrapassa 50 anos, Shima se notabilizou pelo desenho dinâmico e mutante. De tempos em tempos, o samurai dos quadrinhos se reinventa lançando mão de novas e improváveis técnicas criadas por ele mesmo, tais como usar bexigas para distorcer imagens, ou desenhar por meio de raspagens em superfícies cerâmicas previamente pintadas. Se no Brasil existe o dito Cinema de Invenção, o que Julio Shimamoto faz pode e deve ser considerado o legítimo Quadrinho de Invenção.

O Ogro é uma HQ publicada em 1984 na edição 27 da saudosa revista Calafrio. Nela, desenhando com tinta branca sobre cartolina preta, Shima antecipou em uma década o que Frank Miller viria a fazer em Sin City. A atmosfera densa e a abordagem expressionista impostas pela arte de Shimamoto transformaram o roteiro de Antônio Rodrigues – que lidava com clichês de um terror gótico – em uma pequena obra-prima. A escolha da HQ a ser adaptada foi feita pelo próprio Shima, por inaugurar uma nova etapa em seu uso gráfico do claro-escuro.

Desenvolvidos roteiro e storyboard de O Ogro, deu-se início à batalha para a realização do filme. Depois de diversas negativas, o projeto venceu o Primeiro Prêmio Estadual de Cinema e Vídeo de Curta Metragem do Estado de Goiás. Um gigantesco desafio norteou toda a produção de O Ogro: o traço moderno, arrojado e indócil do mestre Julio Shimamoto deveria estar presente em cada frame na tela. Imitar o inimitável não foi tarefa das mais fáceis. Mas residia aí toda a força e sentido da obra.

O Ogro não é um resgate de Julio Shimamoto. Ele não precisa. Aos 72 anos, em plena atividade, Shima está muito acima disso. O Ogro é, de fato, uma homenagem apaixonada a um artista que jamais se acomodou e a um gênero que ele ajudou a fundar. Uma homenagem ao próprio quadrinho brasileiro. Que venham as próximas. 

Para saber mais sobre O OGRO, visite:
  http://www.oogro.com.br/        

FANTASTIC FOUR VISIONARIES #8


FANTASTIC FOUR VISIONARIES #8
by John Byrne
(em inglês)

FANTASTIC FOUR VISIONARIES #0


FANTASTIC FOUR VISIONARIES #0
by John Byrne
(em inglês)