segunda-feira, outubro 26, 2020

ÚLTIMA SEMANA DE OUTUBRO

 


COMPLETAMENTE MAD
DON MARTIN - ESPECIAL
Editora Record
(Segunda-feira é dia de Mad)


CARTA 44 #8
Tradução de Marcos Dias
Letras de PC Castilho
(DOMINGO - Tradução HQ Point)

domingo, outubro 18, 2020

UMA SEMANA QUE PROMETE SER UMA DAS MELHORES...

 

PEQUENA BIBLIOTECA DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS
"CRIANÇAS NOS QUADRINHOS BRASILEIROS"
Editora Marca de Fantasia

OS VAMPIROS
Editora Sesi-SP



A CIDADE DA LUZ








MAD ESPECIAL - EDITORA VECCHI

FOIA ASSIM A GUERRA DAS TRINCHEIRAS

DARK COUNTRY

DIA-D 23
A REPÚBLICA DOS ESCRAVOS
Tradução e letras: PC castilho

CONTOS DE HORROR - JÚLIO SHIMAMOTO
Editora Atomic

domingo, outubro 11, 2020

E A CHUVA CHEGOU POR AQUI!!!!



COMER BEBER



HOUBA! UMA HISTÓRIA DE AMOR

O AZUL INDIFERENTE DO CÉU

O FANTASMA







REVOLUÇÃO CONSTITUCIONAL DE 1932

AS ASAS DA CORAGEM


 

MISTER NO REVOLUTION 05

BARÃO VERMELHO

CASEY RUGGLES ESTÁ CHEGANDO...

 

CASEY RUGGLES

INTRODUÇÃO

Em matéria de quadrinhos de origem norte-americano, se produziu na Espanha o curioso fenômeno de conhecer múltiplas edições de alguns personagens, enquanto que outros muitos, de igual ou inclusive maior qualidade expressiva, permaneceram ignorados até o momento.

Do outro lado do Atlântico, houve uma vez uma série de western muito interessante, que somente uns poucos fãs conheceram graças a terem correspondentes  ou amigos americanos. Estamos nos referindo a CASEY RUGGLES, escrita e desenhada por Warren Tufts, a epopeia novelesca cheia de ação de um herói e seus amigos, entre os quais podemos citar Kit Carson, Samuel Colt e outros célebres personagens do Oeste americano, esse Oeste que nos fez e sempre fará sempre sonhar.


A série foi acompanhada durante muitos anos em numerosas cidades dos Estados Unidos; ao conhecer os conflitos surgidos entre Warren Tufts e os encarregados da exploração de sua obra, não podemos mais que refletir sobre os culpados: a incompreensão do grande público, a seriedade dos puritanos e a demagogia dos jornais; a única culpa de Warren Tufts foi ser um homem além do seu tempo. Entretanto, os anos 50 foram prolíficos em westerns cinematográficos de grande qualidade: “O Rancho dos Malditos”, de Fritz Lang (1951); “Rio Grande”, de John Ford (1951); “Viva Zapata”, de Elia Kazan (1952), só para citar os principais, nos quais nota-se uma vontade de renovação, tanto a nível de se aprofundar psicologicamente na ação, como em sua temática, na qual o tradicional esquema “branco bom, índio malvado”, se quebrava em favor de uma análise mais politizada da história do Oeste. Mas nos quadrinhos permanecia imutável as regras dos Syndicates (Sindicatos distribuidores de tiras): não se podia ultrapassar certas normas, pois o público não estava preparado para isso. Warren Tufts recusou entrar nesse jogo, e produziu em 1949 sua primeira série, CASEY RUGGLES.

 


A estreia aconteceu em pranchas dominicais, no dia 22 de maio de 1949, e na versão de tiras diárias, no dia 19 de setembro do mesmo ano, distribuída pelo United Features Syndicate.

Casey Ruggles é um sargento da cavalaria USA, que serve na Califórnia sob as ordens do coronel Fremont (John Charles Fremont, outro personagem real do Oeste, militar e explorador das Rochosas). Ruggles, igual ao posterior Blueberry, está mais interessado no dinheiro e nas mulheres do que cumprir suas nobres obrigações militares. Nós o veremos participar ativamente da corrida do ouro da Califórnia, mas também o seu relacionamento com Lilli Lafitte (filha do famoso pirata Jean Lafitte), para o desespero de sua prometida, Chris. Estamos longe da rígida virtude de Flash Gordon!



O autor não esconde as relações sexuais de seu herói, o que não contribui para melhorar sua imagem diante do público conservador. A série tem como subtítulo “Uma Saga do Oeste”, já que o propósito inicial de Tufts era desenvolver o seu personagem através do Novo Continente, com o intuito de dar a seu western toda a amplitude espacial possível; isso lhe permitiria igualmente, ao estilo de seus colegas cineastas, explorar todos os dramas sociais da época, trazendo à tona os sórdidos manejos dos mineradores e proprietários de terras, sobretudo, a exploração sobre os índios e chineses. Ao longo da série se unirá a Casey Ruggles um jovem pele-vermelha órfão, Kit Fox, procedimento que utilizaram na Europa em outros quadrinhos tais como Sargento Kirk, Chick Bill ou Comanche.

Tufts, em sua série cheia, de ação, não se detém diante da representação da violência, da tortura ou assassinatos, sendo permitido todo tipo de golpes baixos. A reação do público não poderia ser outra, e se manifestaram com sua repulsa diante da representação tão realista do passado de seu belo país. A série chegou ao fim com a prancha dominical de 5 de setembro de 1954., tendo finalizado a versão em tiras diárias no dia 3 de abril do mesmo ano. Depois de um breve período trabalhando em um roteiro de ficção-científica, retornou à sua paixão com uma nova série, ambientada também no Oeste: LANCE.



Tufts dessa vez tomou suas precauções, e ajudado pelo seu pai, criou seu próprio Sindicato em 1955. Sua nova série começou com pranchas dominicais no dia 5 de junho de 1955.

Lance St. Lorne é um subtenente do Primeiro Regimento de Dragões, baseados em Fort Leavensworth, no Kansas de 1840. Sua unidade está encarregada de vigiar os territórios que se estendem ao oeste do Missouri, habitados pelos índios Sioux. Assim como em Casey Ruggles, Tufts se documentou exaustivamente sobre as histórias das guerras índias, e descreveu com realismo a desigual luta que o Exército teve contra as tribos Soux. Aproveita seu relato para introduzir na ação personagens históricos, como o célebre explorador Kit Carson. A história era dirigida para um público adulto, e uma vez mais, o sangue corria abundantemente, e as relações sexuais eram explícitas; o clima de escândalo que alcançaria o cinema anos mais tarde com os spaguetti-westerns, foi a razão principal do declínio desta série.



Iniciada em uma centenas de suplementos dominicais de jornais, de página inteira todo colorida, não demorou para enfraquecer, e Tufts teve que reduzi-la a meia página, para passar em seguida para simples tira. O autor abandonou a série em 1960, e seria preciso esperar até o início dos anos 70 para encontrar outra série desta envergadura, unindo dessa vez o rigor documental, a ação sem pausa e o realismo cru das situações.

A nível formal, os desenhos de Tufts revelam sua assimilação dos clássicos do gênero: Casey Ruggles lembra inequivocamente a Flash Gordon (inclusive o físico), e Lance se aproxima graficamente do Príncipe Valente de Foster, mas a verdadeira inovação reside na estrutura do relato e na maturidade dos temas expostos, que os transformam em quadrinhos adulto, ponderado e consciente de seu impacto político.



Distante do western limpo e infantil, Warren Tufts é o criador de duas séries pujantes e realistas, que resgataram o gênero do abismo no qual se encontrava, devido aos convencionalismos e esquemas estereotipados.

Warren Tufts nasceu em Fresno, Califórnia, no dia 12 de Dezembro de 1925 e faleceu em 1982.


domingo, outubro 04, 2020

ESPERANDO PELA CHUVA...

 

PEQUENA BIBLIOTECA DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS
"QUADRINHOS BRASILEIROS DE FICÇÃO CIENTÍFICA E FANTASIA"
Marca de Fantasia - Edgar Guimarães

O TERROR NEGRO

AS NOVAS AVENTURAS DE LAPINOT
"AS ERVAS DANINHAS"


A FUGA (A ESCAPADA)

CRAZY JACK

A LENDA DE KAMUI

O TERROR NEGRO - LA SELVA

GATO PRETO

COLEÇÃO PANTERA NEGRA



CARTA 44
Edição 7
Tradução de Marcos Dias
Diagramação de Reny Simão

A TUMBA DE DRÁCULA
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DO SURFISTA PRATEADO